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PADMAKARA MULTILINGUAL LEXICON TRANSLATOR'S AREA
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on | edit | done | tibetan | wylie | overview | sanskrit - iast | português | english | français | italiano | español | deutsche | polski | definição | pt | updated date |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Yes | edit | Yes | མངོན་པར་ཤེས་པ་ལྔ | mngon par shes pa lnga | pañcābhijñā. pañcānām abhijñānām | cinco sapiências superiores | cinco cognições superiores | cinq suprasavoirs ; voir Six suprasavoirs. | Ver "sapiência superior". | 18/02/2025 | ||||
No | edit | Yes | མི་གནས་པའི་མྱང་འདས , མི་གནས་པའི་མྱ་ངན་ལས་འདས་པ , མྱང་འདས , མི་གནས་པའི་མྱ་ངན་འདས, མི་གནས་པ | mi gnas pa'i myang 'das , mi gnas pa'i mya ngan las 'das pa , myang 'das , mi gnas pa'i mya ngan 'das, mi gnas pa | apratiṣṭhitanirvāṇa, apratiṣṭhita-nirvāṇa | nirvāṇa que não reside, nirvāṇa que não permanece | non-dwelling nirvāṇa | nirvāṇa sans reste *, Nirvana sans demeure, Nirvâna, sans(-)demeure | nirvāṇa ‘che non dimora’ | nirvāṇa "que no reside", nirvāṇa sin permanencia | A iluminação total, além do saṃsāra e do nirvāṇa, isto é, sem "residir ou permanecer" em nenhum dos dois. | 02/01/2025 | ||
No | edit | No | རྣམ་པར་བྱང་བ , རྣམ་བྱང | rnam par byang ba , rnam byang | vyavadāna | totalmente purificado, total purificação | purity | phénomène purifié* | Este termo abrange a verdade da cessação e a verdade do caminho, tanto a pureza que é o nirvāṇa como o processo de purificação que conduz ao nirvāṇa. É o oposto do "totalmente poluído" (kun nas nyon mongs), isto é, o saṃsāra. | 20/11/2024 | ||||
No | edit | No | ཀུན་ན ས་ཉོན་མོངས་པ | kun nas nyon mongs pa | saṃkleśa | totalmente poluído, total poluição | defilement | phénomène affligé* | Este termo abrange tanto a verdade do sofrimento como a verdade da origem; por outras palavras, refere-se ao saṃsāra e todo o processo que resulta no saṃsāra. É o oposto ao "totalmente purificado" (rnam byang), isto é, o nirvāṇa. | 20/11/2024 | ||||
Yes | edit | Yes | མི་མཇེད , མི་མཇེད་འཇིག་རྟེན | mi mjed , mi mjed 'jig rten | sahā / saha / sahāloka | Sahā (mundo de), "o mundo da resignação", "o mundo pacientemente suportável" | Sahā realm, world of patient endurance, the suffering universe, the unbearable world | Saha, Endurance (monde d'~) | Universo della Sopportazione | Saha (mundo de), "el mundo difícil de soportar" | Pode referir-se ao nosso mundo, o campo de atividade do Buda Śākyamuni, constituído pelos quatro continentes, ou a este sistema de mundos, nomeadamente os três mil milhões de mundos. O termo é interpretado de forma variada enquanto: o mundo da resignação, da resistência ou pacientemente de suportar, da intrepidez (porque os seres que o habitam não temem os três venenos), ou quando grafado "mi 'byed", o mundo da inseparabilidade ou concomitância (de causa e efeito kármico).
Alternativamente, também grafado mi 'byed 'jig rten, མི་འབྱེད་འཇིག་རྟེན་ , o Universo Inseparável.
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O nome deste nosso sistema mundos, o universo de mil milhões de mundos, ou triquiliocosmo, no qual se localiza o nosso mundo de quatro continentes. Embora por vezes seja dito que se refere apenas ao nosso próprio mundo de quatro continentes à volta do Monte Meru, os sūtras parecem, maioritariamente, equipará-lo a este triquiliocosmo, o que é confirmado por eruditos como Jamgön Kongtrul (ver O Tesouro do Conhecimento, Livro Um). Cada triquiliocosmo é governado por um deus Brahmā; assim, neste contexto, ele tem o título de Sahāṃpati, Senhor de Sahā. O nosso sistema mundial de Sahā, ou Sahālokadhātu, é também descrito como sendo a terra-pura do Buda Śākyamuni. Ele ensina o Dharma aqui aos seres que seguem os caminhos inferiores e percecionam este universo como um campo-de-buda impuro contaminado com as cinco degenerações (pañcakaṣāya, snyigs ma lnga): a degeneração do tempo, dos seres sencientes, do lugar, da vida e das aflições mentais (ver O Ensinamento de Vimalakīrti, Toh 176). É também mencionado como o campo de atividade de todos os mil budas deste Eon Afortunado (ver O Lótus Branco da Compaixão, Toh 112).
O nome Sahā deriva possivelmente do sânscrito √sah, “suportar, aguentar ou suportar”. É frequentemente interpretado como uma alusão aos habitantes deste mundo que têm de suportar o sofrimento. A tradução tibetana, mi mjed, segue a mesma linha. Significa literalmente “não insuportável”, no sentido de que os seres aqui são capazes de suportar o sofrimento que experimentam.
— (definição escrita e editado por André Rodrigues, originalmente escrita para o 84000.) | 05/11/2024 | ||
No | edit | Yes | རྡོ་རྗེ་ཕག་མོ | rdo rje phag mo | vajravārāhī | Vajravārāhī | Vajravarahi | Laie Adamantine | 14/05/2024 | |||||
No | edit | Yes | རྡོ་རྗེ་ཕུར་བ | rdo rje phur ba | vajrakīlaya | Vajrakīlaya | Vajrakila | Vajrakila, Vajrakilaya | 07/04/2024 | |||||
No | edit | Yes | དབུ་མ་པ, དབུ་མ, དབུ་མ་བ | dbu ma pa, dbu ma, dbu ma ba | mādhyamika | mādhyamika, proponente da Madhyamaka | madhyamika, Mādhyamikas | Voie médiane, Mâdhyamika, madhyamaka | mādhyamika | mādhyamika | Proponente ou seguidor da escola de pensamento Madhyamaka.
"Mādhyamika" é a grafia proposta por Edgerton, BHSD, para os aderentes a essa escola, enquanto que Monier Williams dá esta grafia para o nome da escola. | 25/02/2024 | ||
No | edit | Yes | དམིགས་པ | dmigs pa | upalambha, upalabdhi, ālambana, ālambana | foco conceptual, conceito, apreensão conceptual, referência conceptual, visualização | concept or conceptual reference | objet de concentration / référence*, observation*, techniques de concentration*, Référence conceptuelle | Concetti o riferimenti concettuali | No contexto da epistemologia, refere-se à noção e perceção conceptual de um sujeito, um objeto e uma ação. No contexto da prática de meditação, refere-se ao foco da concentração, e por extensão na prática da fase de geração, o Kyerim, refere-se à visualização em si. Em suma, o termo enquanto substantivo abarca tudo o que é um foco dotado de características conceptuais, ou seja tudo o que serve de referência. Enquanto verbo refere-se a esse processo de apreensão conceptual, observação com foco ou referência. | 02/01/2024 | |||
Yes | edit | Yes | སངས་རྒྱས | sangs rgyas | buddha | buda, buddha | buddha | bouddha | buddha | buda, buddha | budda | Um ser que removeu todos os obscurecimentos emocionais e cognitivos, revelando assim todas as qualidades iluminadas da verdadeira natureza da mente. O termo “buda” em sânscrito – ou na sua grafia original “buddha” – significa literalmente “o desperto”.
De acordo com o pāli e o sânscrito, buddha significa “desperto”. Trata-se de um epíteto derivado da raiz sânscrita √budh, que significa “despertar” ou “desabrochar” (tal como uma flor), e refere-se a alguém que despertou do sono da ignorância profunda e cuja mente desabrochou com o conhecimento de todos os dharmas. De acordo com a etimologia do tibetano, trata-se daquele que “purificou” (sangs) os dois tipos de obscurecimentos e “desenvolveu” (rgyas) os dois tipos de omnisciência (o conhecimento dos fenómenos tal qual eles são e em toda a sua multiplicidade).
Do ponto de vista do Mahāyāna, existem inúmeros budas. Para informações sobre o Buda histórico, Siddhārtha Gautama, ver: Śākyamuni. | 10/12/2023 |
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